Rasgas o teu tempo dentro. Apressas-te para o súbito. O novo movimento.

Dentro como queres escolher. vida certa e incerteza de certeza certa.
Dentro. Um fugaz movimento. Põe a roleta a jogar dentro. Será assim fugir de ti encontrar encontro numa rotina que ora boa é outras vezes nefasta que nem sempre me dá um ré de descanso. Dó. Só dó. Então qual o melhor encontro dentro desta perspicácia de vida.
Partir cair dentro assumir um noivo novo viver. Dentro assumir a queda do porvir deste viver. Será autoflagelação. Será um sinal do verão. Pois então respeita a tua condição e, no entanto, no mundo moderno não é assim, tens de comer o sacrifício para chegar ao final da semana. Senão a engrenagem empana.
Sacro-ofício, o teu lema que não conduz com a tua idade. Será berro, será libertinagem, será fogo não consumido. Liberdade é! Responsabilidade também.
Põe a roleta a desenhar círculos de tempo por fora e para dentro. Traz a tua verdade, adentra-te no momento. Sê pensamento que ora cura ora admoesta. Virgula-te nas folgas sopra dentro o que um dia irá crescer por fora também.
Por ora por agora tombo aos deuses do momento. carrego na tecla do serviço e vou novamente para o viço.
Então talvez um dia durem estes encontros com o destino e sejam feitos com loucura, juízo e tino.
Pois só na tua loucura te encontras são.
Mundo em questão!
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