
Uma semana corres na crista da onda, sobejas clareza e vontade.
Positividade.
Para depois começares a não achar assim tanta piada na concretização do feito. E o teu cérebro desilude-se, esmorece e cai no mar.
Nada te põe bem. É então que a desmotivação é generalizada a todas as esferas de vida.
Nem atrapalhar serve de preenchimento. Vagueias pelas ruas, dizes a toda a gente que estás bem, mas estás a milhas desse projeto de estar ok. A tua mente foge, os olhos acompanham esse desvio de consciência. O desespero toma lugar numa singular ascensão de lugares nunca alcançados.
Dentro, essas esferas sobrepõem-se e passas pelas situações sem nada absorver, algo se descende de ti e esqueces o porquê de estar e fazer.
A alegria escapa e esconde-se. toma o seu lugar uma vâ tristeza e é então que um certo momento desabas e desabafas. Reina uma semente, dentro, voltas a ponderar, será?
O look fora de tempo que te está a afetar.
Duas semanas a cair e não voltar a subir.
Outro desabafo e outra queixa da alma e sim com hesitações lá vais indo, será que mudará uma certa coisa, alguma coisa, que poderá voltar a pôr-te alto, altíssimo como o céu que desejas e alcanças às vezes dentro.
Foi lá com avanços e recuos que te deixaste estar, a cortar o cabelo.
Entras-te numa zona crio-bárica e quando saíste depois de desbastado, o lugar pinacular na tua cabeça, fez luz.
Incrível este descuido de cuidar, dentro.
Um corte e a ribalta do teu ser, sentimento renascente, volta a tomar o seu lugar.
Que incrível será essa transformação. Voltas-te a erguer, não te deixes cair ou cai lentamente até novo ressurgir.
É tempo de acordar, o tempo de renascer, dentro. Refresca-te a alma com umas novas tesouradas. Tesouros de uma calmaria arritmada central.
É agora a nova vaga. Até quando? Até ao teu próximo adormecer e acordar dentro.
Refrescar a alma, importante sensação dentro.
Assim fora como dentro, pois então.
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