
Veículo de vida dentro , atmosfera esférica de sentimento. Descobrir o alento numa cova funda de ação. Ir em frente perante ao alado abismo central ao lado corrente.
Dentro Alceu, como carregas a tua foice e cruz central, deverás servir um ser e ceder ao viver.
Queria perceber a magia, centrá-la, dominá-la, entendê-la como começo e final de terreno por fértil andar.
Deverei eu servir um recolher de sementes e deixar correr dentro a seiva da vida.
Lógica da nunca lógica. Outros, o absurdo da “exissência”. lógica de fruta é ser comida, semente virar árvore e servir o fruto ou a flor. Beleza ou bem comestível para?
Para andar pela frente do tempo, ser demagogo desse tempo, servir um viver em nome de quê e de quem?
Só o altíssimo navegar, dá sentido à viagem.
Seremos visitados por extra terrenos seremos nos também uns extra terrenos.
Quem sabe, a pergunta de onde e para onde? Ninguém tem resposta. Limites da consciência de célula no órgão terra, ser fundo, ser superficial, ser mundano prosaico e crescente no teu perceber.
Por ora e por agora da sentido a viagem no acelerar dos tempos.
Procriar para porvir novas excelências no tempo das descobertas desenhados no céu por haver ver.
Por ora por agora espero ao canto da tua voz de sereia limites da consciência dentro.
Ser, servir o sentido de viver.
Ser, terreno de viver.
Navegar ao ser.
Ser.
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