
Com um calor que te deixa incógnito. Desde a tua chegada ao final desse desenho de dia.
Pela manha um café preenchedor com companhia.
E a hora da tarde um certo desalento dentro.
Depois foi um responder e o acertar dentro ao recuperar dos desfeitos não feitos do dia na loja.
Carrega Benfica.
Então encontras-te Alceu no acelerar dentro. Ruina de asfalto, têmperas de vento.
És uma caixa alerta e atenta ao teu movimento de dia constante.
Dentro de Alceu como estar sempre alerta e em movimento.
À questão de onde vimos e para onde vamos. Respondo ao que parece que somos uns híbridos de Anunnaki com homo sapiens. E para onde vamos ao teu brulho maior de um funcionamento melhor do rim planeta que somos.
Se somos avatares, capsulas de outro tempo. Não sei
Sei que somos movimentos de passagem por aqui. Num mundo acelerado e rápido de mudanças só resta estar descansado e alerta, porque amanhã já passou o ontem e o amanhã é um assombro de que não sabe peva nenhuma.
Estamos de acordo no discorrer do desacordo.
Então que resta senão ir com toda a tua fúria e viver o intenso movimento que fores capaz de criar.
Então? Amanhã é outro local, dia. E na fila de correr temperas o vento ao acordar pela sintonia da manhã que acompanhará a energia do dia. Senão vento. Alerta-te.
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