Ao alento Ao nada!

Square mirror with extensive spiderweb cracks and broken glass
A cracked mirror with radiating fractures hangs on a weathered wall

Ao nada, acordei e concordei que era nada. Ao alento, para nada. Terei ficado niilista ou somente sem objetivo vivo os dias das manhãs que passam onde não se passa nada de concreto.

Estudar é algo brilhante com o seu semblante vibratório de luz, ter a certeza de cair e esquecer o que não deve ser, dentro.

Só ter a certeza da tua convicta verdade. É uma certeza que vale a pena sentir.

E sempre por quê e para quê, em nome do quê, se vamos desviver, falecer algures.

A psicose trouxe a crença certa e verdadeira no Além, só assim fazem sentido estas existências.

Aprimorar a lama da alma para crescer e evoluir. Ser brilhante.

Apercebi-me à pouco de que serei um brilhante pequeno, suficiente. Não fosse a média do secundário 13 e da faculdade também 13. Raquel é grande, mas ainda não cresceu tudo. O maior dos pequenos. Urra.

Maturidade e alento dentro.

E tudo em vão, na atividade encontras razão

Na velocidade do momento tudo se faz

Não pensas em quem nem porquês

Só ages e sentes, tem de ser no pensamento veloz.

Brincar perdeu o encanto dentro.

Só a velocidade me dá conforto no viver.

Então acelera Alceu, acelera.

Tudo se faz e desfaz dentro.

Aquece-te, Alceu. E corre.

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