
Então, Alceu, como foi… ontem bateu forte e sólida a solidão. Como pertencer a uma solidez que te é indiferente, dentro.
No mundo tudo muda, todos os dias são diferentes. Não estás diferente, como dizia alguém, quanto mais ignorado mais real ou quanto mais estranho te sentes mais estranhos vês nas pessoas ao teu redor, ou então novidade de luta para manter a sanidade mental.
Refugiei-me no parque, entre cigarros e escritos, leituras do 5º império, me deixei levar pelo calor e pela solidão.
Estar sozinho no mundo, às vezes, às vezes sentes a presença dos outros dentro de ti e aí avanças mais acompanhado e compenetrado com o dever cívico de ser social em sociedade outras mergulhas fundos nos porquês da vida e da existência.
Como? Hoje num absoluto voo, lá fiz uns telefonemas, me mandei meio tropego para o acompanhamento social, foi elevador dentro.
E estava a facilitar, neste projeto de vida posso faltar ou emitir ausências, mas não posso facilitar, nunca corre bem, a vida pura é difícil e sempre atento.
E então vem o desafio da solidez da solidão.
Como, por quê e por quem, em nome da arte, sê criativo vivo. Deixa obra Alceusmus… isso faz sentido vivo.
E tudo passara.
Hoje veio-me a ideia de que, quando for velhinho e reformado, vou olhar para trás para estes anos e pensar no quê? Não sei, perde o medo e vence-te Alceu
Pela introspecção ou pela ação de serviço duplo chegar à liberdade, esse é o grande objetivo. Veremos … lá no fundo da pista falaremos.
Agora olhar com os olhos de velhice para o momento atual poderá ser um serviço “intro” interessante.
E voltar à profecia celestina, não perder o horizonte dos não acasos e tudo tem uma razão de ser.
Sê forte, sê bravo, sê compreensivo, sê batalha, pois só assim vencerás a tua Liberdade.
E o que contem a Liberdade, hum?
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