
E porque não este trabalho, ser uma escravatura sem sentido. Este pós-moderno cair num trabalho circular ( perigoso pensamento este) de nunca ter fim, o começo e fim do serviço eterno. Só o sonho do fim de semana e das férias e o objetivo vivo, qual é?
E o que é importante afinal?
Se lhe aprouvermos a espiritualidade, só essa real situação, o espírito fica sem ação, a eterna inação e meditação. Não é senão uma não ação e fuga de vida?
Respirar para regressar à vida de todos nós.
Que promover?
E tem de ter ação prática, para mim. Faz mais sentido essa condução de vida.
Se então é só ação distribuir-se o alento dentro pelo executar sem final sem destino sem consagração.
Dinheiro, pois sim, faz o seu sentido.
Ter uma ação produtiva, também.
Contribuir para o mundo, também.
Mas qual é o sentido maior disso tudo senão a quase impossível e impensável elevação da tua alma e de todos quanto tocas, quando é possível?
Para ir, ver e ouvir?
Mas viver para quê ao certo?
Quando estás em ação ou sobrevivência, não pensas, em tal facto, ages.
Mas é no distúrbio do fim de semana que cais em ti e pensas se valeu ou não a pena.
Pensas em vão, talvez. Não fui lá eu então, mas sim porque parar é morrer aos poucos. E não há plano B. Este é o plano C já.
Mas viver com que objetivo? Aprimorar, evoluir sempre?
O outro dizia que não preciso viver, e sim navegar. Outro mais tarde dizia criar, eu digo evoluir… fazendo.
Será nesta vida, a soma da Liberdade, o teu sentido maior?
Veremos se lá chegaremos… já não falta muito para a conclusão deste projeto via vida.
Alegria na poesia dos momentos, quando der… Alceu.
Até lá.
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