E pergunto eu na sociedade atual que demanda é essa do fim de semana?
Porque o o Domingo é doloroso, que está mal nisso, que continuamos a fazer a beira da inteligência factual artificial.
Dentro atualmente e depois desse tempo em que nos civilizamos, seremos assim tão catastroficamente insatisfeitos, somos o pulsar da vida avante.
Ao serviço, como os casos de reformados ricos que morreram pouco depois, a obra estaria feita, já?
Penso então em minha mãe, meu pai, a obra estava feita, foi quando teve de ser para ir. Minha mãe. E morreu quase quando quis, que nunca ninguém quer morrer mas já o andava a invocar há tempos, que acabou por vir.
Meu pai, gosta de viver e de ” infernizar” com o seu talento natural, será o prolongamento desse viver desse desperto recordar e eu ainda no meio estagnado. Entre cigarros me aparro dentro e prossigo.
Ligar os pontos só o vez dez anos depois e quando o vês. Incerteza de vida e nunca esquina desse tempo.
Voltando…
O Fim de semana, devemos tempos de voltar a carga da semana que já de si é insatisfeita, e o fim de semana, escasso.
Estar sem nada fazer nem almejar também não é solução, Entre equilíbrios e vividos vícios que e feito da melhor vida a ter.
Necessidades, equilíbrios viveres… tempos descascados do tempo presente.
Tivemos um apagão, serviu de alerta à população. que faras sem tele móveis, internet, telefone e televisão.
E se morresses amanha, que farias hoje agora aqui. Falar, resolver tudo.
Steve Jobs foi intenso na sua vida de altos altíssimos e baixos baixíssimos. E lá encontro o seu intuitivo sentido naquela amalgama de situações
Vi um vídeo sobre as três razoes de estar a falar para uma turma de graduados universitários.
E se morrêssemos amanha?
Que farias hoje aqui e agora?
Leave a comment