E dia 11 eclipsou outra vez. o cérebro de repente ou lentamente foi deixando de raciocinar ate que se eclipsou.
Era um 11 do 11, todas as apostas dos horóscopos estavam prestes a deixar o eu arrasar pelo meio onde estava.
As vezes pergunto-me se no horoscopo não há a secção de saúde mental derivado ao aspecto fundamental de isso influenciar e bem grande “influmência” que é!
Então a meio do serviço parou-me o cérebro disparou-me a ciência da ansiedade e lá tive de retirar.
Dia seguinte sequelas, em casa ficaram “fodidos” comigo…. pois mas sem perceber o que podia fazer tive de me retirar já não dava para suportar mais para raciocinar sobre o vazio de ninguém. nem notas nem lembretes de alma me estavam a vir.
Emprego …. faz sentido, faz sentido as vezes.
As vezes estou …que nem posso… e retiro-me de cena.
Arte, parte da, será que intuitivamente sou nascido para saber ser artista.
Já vou tarde nesse pedaço de parte de arte.
Então… o mundo vai acabar por sinal.
Dizem aléns que seremos a geração dos poetas mais 150 anos de poesia lalalaland.
Que te digo, que me digo surge pensar que posso ficar a meio caminho dentro, posso mesmo.
11 e 12 dois dias fatídicos de zona negra do asfalto do pensamento.
~Projetos nada, alguns horizontes, que ficam comprometidos pela incapacidade do momento.
Então?
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