Ao eclipse do mundo e do cérebro!

E dia 11 eclipsou outra vez. o cérebro de repente ou lentamente foi deixando de raciocinar ate que se eclipsou.

Era um 11 do 11, todas as apostas dos horóscopos estavam prestes a deixar o eu arrasar pelo meio onde estava.

As vezes pergunto-me se no horoscopo não há a secção de saúde mental derivado ao aspecto fundamental de isso influenciar e bem grande “influmência” que é!

Então a meio do serviço parou-me o cérebro disparou-me a ciência da ansiedade e lá tive de retirar.

Dia seguinte sequelas, em casa ficaram “fodidos” comigo…. pois mas sem perceber o que podia fazer tive de me retirar já não dava para suportar mais para raciocinar sobre o vazio de ninguém. nem notas nem lembretes de alma me estavam a vir.

Emprego …. faz sentido, faz sentido as vezes.

As vezes estou …que nem posso… e retiro-me de cena.

Arte, parte da, será que intuitivamente sou nascido para saber ser artista.

Já vou tarde nesse pedaço de parte de arte.

Então… o mundo vai acabar por sinal.

Dizem aléns que seremos a geração dos poetas mais 150 anos de poesia lalalaland.

Que te digo, que me digo surge pensar que posso ficar a meio caminho dentro, posso mesmo.

11 e 12 dois dias fatídicos de zona negra do asfalto do pensamento.

~Projetos nada, alguns horizontes, que ficam comprometidos pela incapacidade do momento.

Então?

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About the author

Sophia Bennett is an art historian and freelance writer with a passion for exploring the intersections between nature, symbolism, and artistic expression. With a background in Renaissance and modern art, Sophia enjoys uncovering the hidden meanings behind iconic works and sharing her insights with art lovers of all levels. When she’s not visiting museums or researching the latest trends in contemporary art, you can find her hiking in the countryside, always chasing the next rainbow.