A semana de recomeço de emprego, numa loja perto de si, Lisboa. cheguei ao grande desapontamento do regresso e pequenas alegorias de alegrias.
Ao sentimento inadequado e impotente de virar a esquina do tempo.
No tempo de saber ter de ir frente e só apetecer desistir me emparedei num movimento, nem para a frente nem para trás. nem cigarro nem nada, umas quantas mensagens um socorro vindo e um vislumbre de retomar a vida como ela sem ideias de idolatrias teosofias, filosofia, eras tu Alceu, eras só tu que podias ir a esse ponto onde a viragem do tempo devia ser feita.
Incansavelmente adormeci na busca da concentração de uma dia em aberto, ou ir ou não.
Assim de deixei entregue à noite, depois de manha mandei-me sem pensar e assim se partiu para dois dias sem medo e de euforia numa loja perto de si.
Subidas e descidas, curiosas sensações de inferno e inverno verão escaldante logo a seguir.
A busca da sã loucura dentro da estabilidade, do centro difícil fio de navalha ou outro equilíbrio balanceado com centro.
Que te digo eu, forças negras e forças brancas quem tomara a luz deste tempo de incerteza avante?
Então?
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