Então pesa dentro a sensação!

E se vamos, e nos cometemos a ir e fazer, ser lá, nesse lugar desértico de emoções.

Se causa assim tanta discórdia, esse sentido vivo de emprego. Porque não se inventa outra forma de vida. Não vêm aí os robots e os chats GPT. Por que não mudamos a forma de fazer as coisas em sociedade.

Para a outra, ter uma empregada que lhe tira as grainhas das uvas… é pá tá bem, isso é assim tão absolutamente necessário dentro de si.

E que farias com todo… o tempo do mundo livre? Boa escolha de questão. Como se tivesses o euro-tostões ganho que farias? Não me permito a tal sonho pois que a probabilidade de isso acontecer é um golpe de sorte ou não, que se domestica com o tempo e talvez não seja o meu ” compito” essa sorte ou não sorte.

Se tivesses a mesma rafeira remuneração e todo o tempo do mundo. Divertir? Criar, construir, cuidar de algo, aumentar os ganhos, expandir, criar um império de coisas de artes, sensações de crescimentos, soluções?

Difícil criar essa sensação!

Mas o trabalho… é quase um absurdo, é um bloqueio mental à criatividade. É um esforço para o lado nenhum.

Ok se tiveres envolvido num projecto com principio meio e final chegar ao final da sensação de etapa cumprida e gloria no final. ok.

Mas e….

No fundo, que sentido faz isto tudo afinal. a única resposta que encontro é ser melhor, melhorar o mundo. Ser mais estrela, luz para ti e para os outros. Crescer!

Talvez precisasse crescer… Mas tudo isto me parece um funil sem sentido e sem fim.

A agua corre, a energia esgota-se e acordas de manha e estas renovado, quando estás e voltas a percorrer o mito de Sísifo outra vez. e que mudou que desenvolveste que crias-te, que subiste ou que desceste… pouco ou nada.

Não há retroacção na reencarnação? Quem o diz, Blavatsky. Platão não concordava tanto. Voltar como cão ou cavalo. Barata ou escaravelho. Vida curta e obséquia de tudo. estes ultimos. Pelo menos não dura muito o tormento.

Uma volta, preciso me queixar para sair deste absurdo que é este tamanho viver sem sentido numa montanha acima. Montanha abaixo. E por enquanto cá continuamos.

Que sentido? Terá de ter sentido? Se não tem sentido, também não se absorve nada. Então tem de ter sentido.

E qual é o sentido? O que puderes crescer, maior pureza de espírito? Cristalinidade central?

E ser um velhinho rabugento com a vida.

A vida ainda agora começou ou vai começar e está prestes a acabar… curto tempo dentro de uma só vida.

Nasces, cresces, desenvolves e começas a “empequenar”, a mirrar e depois despareces, voltas à fonte. E então? O projecto dos poetas, cristalina virtude de viver assim.

Entre os mais claros os mais puros.

E então nada…

Cresce! Em todos os sentidos vivos!

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