Poema de Momento – Assim se Ergueu assim se encaixou!

Abrir o coração, dar uma certeza à emoção!

Dentro ergues-te, ripas o momento, desvias o fumo e o vento.

Começar sem pensar, perceber que não é para refletir dentro da accção.

Começar sem acabar, a eterna escravatura dos tempos modernos.

Acabou a classe média, ou estás em cima ou em baixo.

Vão de escada, começo de terreno por descobrir, onde vamos a seguir.

Hiperbóreo movimento de fim de século, início de milénio, convergência de ciclos.

Atemporal será dilema na próxima reencarnação.

Deveras eu ser sentido na morte e perceber que dei tudo, com o que tinha a mão.

Contexto, texto de ambiente dentro.

Refletir sobre o poema da vida, altos e baixos encarnados numa verde esperança e espera.

Os dias passam-se consomem-se dentro. ser eloquente divergente dentro.

Ser um serviço ao teu mundo, Catapulta para a derrota, enfins de tempo, deveras sentir uma novo recomeço, confiança, viver.

E para dentro desenhar um novo sentido. E esperar que se deres o máximo tudo bata certo nessa incerteza de contrários que é a tua vida de todos os dias.

Aceita-te e acerta-te, diz ao teu Deus que vais a Caminho!

Old, decayed staircase in an abandoned building with sunlight streaming through a large window
Sunlight streams through a large window onto a decaying staircase in an abandoned building.

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