
Deverá ser a vida, um sentido de altos e baixos constantes, numa leva desenhada de bipolaridade, estás esfregado no fundo da inoperância quando o não apetece, é tão grande que te esqueces que és capaz, nesses sentidos dias é2s totalmente ausente de ti, Hibernas no tempo.
Esfregas o suor do teu tremido terreno, numa montanha escura sem breu à vista.
Só o novo despontar é o recomeçar de um novo dia dentro.
Política e futebol, e em Portugal, Benfica salva todos.
A moral social rebenta a espaços, seremos assim… por não termos expectativas de vida maior e melhor.
Somos um inferno dentro.
Mito do 5º império. Seremos nós, portugueses, a conciliar o mundo, dando novos mundos ao velho decadente e próspero (consumista), último mundo.
Se tudo é composto de mudança, troquemos-lhe as vontades e voltas e pereceremos num novo acordar.
Somos fruto de uma expansão, demos um novo erguer, à união de mundos, povos clubes sociais, religiões grupais.
Sentidos os sentidos de viver, somos compelidos a transformar a sensação em eterna comoção.
E se somos recomeços constantes dentro, por onde vamos, para onde vamos?
Para onde caminhamos? Marte, Lua, para quê? Para expandir horizontes que o globo-terra ficou pequeno para a mentalidade galáctica que temos actualmente
Que viver ? Que desenhar de novo?
Somos feitos de mudança, poderemos unir os pontos centrais da nossa convergência de vidas para uma maior prosperidade, vida em altíssimo céu a aprimorar as nossas vontades no cimo da pureza celestial de ser de novo um cristalino viver.
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