
Então és uma flecha de tempo, esquecida no seu movimento. Se tem o infinito dentro do finito, essa é a medida de todas as coisas.
Outro jogador, outro terreno de tempo, dentro.
Sabias que era para ser assim, não fazia ideia e, se algumas ideias vinham a cabeça eram certas certeiras também.
Era pequeno, 7, quase 8 anos, e a pergunta era : o que seria em adulto? …. Olhei para todas as vidas possíveis dos carrinhos alojados no estacionamento de areia de praia amarelada do parque infantil e fui passando de opção em opção; um muito rico não iria dar só por mim. Outro comedido hum também não, outro o último carro mais podre da secção também não. Então e o nada era… era o nada e o tudo. Ou tudo ou nada ou o nada ou tudo. Eram iguais. Escritos na mente.
Então…que será esse futuro … uma mão cheia de nada e um brilho no céu.
Septuagenário movimento de futuro aos 7 anos.
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