
Pois é primeiro estranha-se depois entranha-se…
Assim começou a minha saga naquele emprego.
E agora vitória dentro… numa coisa que de certa forma me estranha e continua às vezes a sê-lo.
Às vezes é corrido preenchedor empreendedor… uma certa utilidade na função da vida.
Mas como se é estranho dentro. A tarefa o trabalho em si mesmo.
É isto e um meio difuso como uma gloria de palha… estava mais preparado para sair do que para ficar. Assim mudou o cenário é para continuar. Áignóbils vezes percorrer e ficar é também mudar… mas algo de ignóbil me deixa ser aquilo.
Então vamos seguindo.
Reação redistribuição e recomeço dentro.
Se comecei a tremeliques e sem forma física nenhuma foi ficando mais fácil com o passar dos meses e algo me faz fluir ali só quando travo o pensamento e me deixo subir pela ansiedade. Tem um nome? Tem um objeto?. Tem um tão grande não apetece que torna um não consigo.
Recuso-me então a aceitar o fado-destino desse serviço.
Mas, pelos vistos, sou bom naquilo que faço quando estou, mas é uma agonia que não me canso de dizer.
Agora teve fases albedas … de calma e paz no seguimento da execução.
Depois teve períodos negredos que a densidade da cena era enorme, chutava a vontade para a frente… e lá ia indo dentro até que parava.
O grito, deu-se algures algumas vezes, chegaram a chamar-me poeta, estava a improvisar talento. estava inspirado.
Depois volta a mesmice normal. com o peito massajado com um contrato efectivo.
Mas é de ceder ao destino. Fazer diferente no meu caso é continuar e rimar nos intervalos.
O medo desenho de superação dentro
Ao alto e avante solta o destino onde quer que ele vá levar-te ao alto e avante com a agonia de mil vezes de execuções sumarias de fazeres dentro.
Leave a comment