O Céu, obsessão por lá dentro.

Person standing on rocky cliff edge overlooking ocean at sunset
A person stands on a rocky cliff overlooking the ocean at sunset, soaking in the breathtaking view.

Era obcecado com o céu. viajava e apresentava-se como o “chegador” de céu.

Era importante a liberdade de lá chegar um dia. Não fosse tomado pelo nome AL_CÈU.

De nome possuidor do céu permitia-se perceber que agora tinha chegado a perceber a sua vocação central. Atingir os primórdios da “EXISÊNCIA” e os pÍcaros em terra do céu.

Era assim a sua sumíssima obra desenhada cá baixo.

Mal sabia que o seu nome ficaria gravado no desenho de céu dentro.

Alegoria da caverna vibrava outro nome, dentro, o de desenhador de céus.

Confundia-lo a esperteza saloia dentro. Era português, embora a sua infância tenha sido dividida entre uma Reboleira e um Maputo indiciado no Indico.

Tocara a confluência dos dois oceanos na África do Sul onde jurara voltar mais velho. Seria o seu destino? O destino era o céu. Tal como todos nós. O nosso Lar.

Agora percebia claramente onde estava o maior medo era também o maior prodígio.

Por enquanto viajava dentro de si. Ser português marinheiro, além, Malaca, agora desejava-se ser, na sua paz e calma serena de um feriado viver.

Ao alto e céu dentro, onde chegarei um dia.

Serenamente, serviço de ser, sereno, dentro .

Hoje só por hoje ser, Sereno.

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