
Pois então trabalhamos em nome do quê e de quem? Vemos pessoas fazemos atividades e esforçamo-nos para ir mais além do que convém.
Ao alto e bom som.
Dentro pergunto-me as vezes para quê? Que sinal, é o mais importante. Ser desligado da vida, não entender os meandros da empresa e não entender o porquê de ter que trabalhar. ¿Para Comer?
Ouvi algures se tens de comer todos os dias, tens de trabalhar todos os dias, ok faz sentido vivo.
Mas não faz sentido esta labuta sem sentido.
Essa é que me pesa dentro.
Ser artista, fútil, efémero, desconcertista de momentos.
E não vivemos todos para ser e amar, descobrir e evoluir.
Pensei que talvez seja esse almejar do altíssimo céu, entre os mais claros os mais puros céus. Ja, dizia o Federico.
Ah e a Liberdade, essa sensação de ser autêntico no viver e sentir-se amado e livre e criador, deus e senhor de um alter ego central. elevar o espírito de arredores pessoal.
Como construir esse ser e viver. Isso valeria a pena.
E, no entanto, se acabarmos o que viemos fazer neste projeto de vida morremos.
Altíssimo.
Então, bate o coração para entender as razões da razão de crescer, desenhar um viver.
Ser.
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