E então, Alceu. Será a solidão, condição essencial do crescimento moderno dos ocidentais, pelo menos aqui é evidente, noutros lugares calculo que sim também. Ou sempre de algum modo, foi assim , adensa-se com a idade e agora simplesmente mais evidente com a tecnorelação.
Real situação dentro.

Real “Real-racionamento de texturas e frituras de feituras dentro. Fissuras tambem neste modo de estar.
Como domesticar este sentimento. Vivemos ansiosos, perdemos contacto uns com os outros, como o disseram há 20 anos no filme Crash por exemplo dentro. Também sentiam mais assim as coisas. Agora o Futuro chegou e veio sobrepovoar as nossas certezas e incertezas também. Ser.
Ho Tia Lurdes já foste para o Além. Preenchias momentos familiares dentro da tua ciência e modo peculiar e intermitente de ser.
É curiosa a noção de finitude da morte aparente e parente de ti, próxima agora, portanto. Teres, a certeza de que um dia tudo vai acabar. E saber, ao certo, essa verdade certa para já.
Partiste também, Mãe. E no entanto às vezes invoco-te e sinto-te perto lá desse lado da tua energia fluida e etérea ainda velas por nós aqui, desse lado. E sim já te livras-te da vida. Por ora estás descansada lá do outro lado.
Deveras servir o intuito. Ser uma questão uma “verberete” de ilusão.
E a minha questão é que sentido tem alguma coisa ter a sua importância quando tudo é possível de ser feito e desfeito igualmente. Qual é a relevância das coisas quando tudo é tão somente o que lhe damos importância e revelamos a nós próprios como figurantes de importância na nossa relevância relativa de qualquer coisa e depois morremos?
Fica tão somente e unicamente o sentido de evoluir como alma senão quando e que faz sentido qualquer coisa que seja…
E no entanto, se te envolveres, tudo é importante e pode deixar de o ser.
A ver, evoluímos desde as cavernas e para dizer antes involuímos de anterior civilização possivelmente de uma pré-atlântica, mas isso é outro assunto. A questão é se somos iguais em capacidades desde tempos imemórios até actualmente, para que crescemos, será que não evoliumos desenvolvemos nada de dentro de nós? De onde vimos e para onde vamos, estrelas? E fazer o mesmo que aqui na terra? Será que somos mais qualquer coisa do que éramos antes?
Sermos mais cristalinos, pristinos, purezas de essências.
Curiosa estória dos Maias , uma civilização inteira que desapareceu, uns inteiros que desapareceram…subiram, deslocaram-nos para o reino dos céus, pois completaram-se na terra. Será essa uma possível explicação de destino deles, todos inteiros.
E onde Alceu, encaixas a tua verdade. Difícil dizer verdade. o que é a verdade?!? È estar no ponto central do teu ser, e esse ponto central é igual para todos? Será essa, a verdade central. Aliada ao Bem. Talvez seja por aí.
O Mal e o Bem, a psicoterapia parte do princípio de que todos agem por Bem. E se não agir? O Mal também existe e um não gosta do outro. O Bem não suporta o Mal e o Mal não suporta o Bem. Reflectir.
Critica Social.
E por hoje é tudo, e nada mais.
Sera Alceu, breve Aquiles de verdade.
E nada….

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