Venho à questão central do momento. Se calhar não deverei ser assim tão percebido dentro.
Se vens com uma quebra emocional, um medo de raiz e uns quantos traumas e vais em frente, como te espelhas a ti nesse crescimento.
Ginásio. Ir, abrir e expandir esse bem-estar de dentro numa nova função emocional, biológica e comportamental… e no entanto estás simplesmente a empurrar para a frente o mal-estar.
Como diria o outro que começou a fazer meditação foi criando uma bola/bolha dentro do peito que foi expandindo até não ter mais a depressão que o golpeava.
Ok tudo bem.
Mas vem a dúvida de não crescer de dentro do sentimento uno … hum, faço-me explicar. Parece este solitário movimento, este movimento desértico, fibroso e empurrado de dentro para fora, algo falso.
Pois não estás a pôr toda a tua sensibilidade todo o teu Eu, inteiro nesse processo.
E então o que a sensibilidade faz. o que estrutura, filtro ou mascara persona .
Será medo uma forma de viver… será filtro composto, uma outra nova forma de viver.

Porque me soa a bem estar mas fixo falso. intervalado. Sera um resolver ou um adiar.
Duvida central.
Veremos…
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