Lento paragrafo dentro, ao passar do vento descanso assim dormindo sonhos e anseio. Tributo de descanso nas chamadas férias de extraterrenos.
Se somos fruto do ocaso de outra civilização onde será possível atingir a liberdade, repito-me, mas sou consciente dessa cedência de vontade.

Vontade dentro, dentro e fora de tempo. Sou a fuga cerebral da não responsável vivência crente. Nunca ensinada domesticada pelo serviço a um Deus desconhecido.
Sentido vivo!
Como conjugar Destino e Existência. Destino Pre-determinismo e o absurdo da existência sem sentido. Senão a resposta no ultra maior sentido de continuidade das reencarnações, que fica senão um acaso constante. Mas de onde veem as ideias senão algo que trazemos dentro. E de onde vem senão do compacto genético e das tendências e inclinações que trazemos só biologia. Não creio. Agora é difícil provar a vida para além da Terra se nem a Lua vamos confortavelmente. No entanto, algo me diz que há mais reinos extraterrenos. E por lá passamos numa viagem constante sendo a terra um alojamento localizado difícil.
Dentro, cada vez faz mais sentido sermos uns neurónios ou neurites ou células mensageiras de um órgão terra possivelmente de um Rim Supra humano.
Não invalida, no entanto, o de onde e para onde. Para onde é mais fácil agora para uma maior cristalina energia deixada. Pureza sensível dada pelo sublimar dos tempos. E o objetivo é produzir emoções. Será assim o sentido da vida evoluir para uma maior cristalidade de espírito e alma. Sendo o produto das nossas ações, produzir emoções.
Falta Algo a esta essencia.
Sentido-Existência-Destino. Karma? Dharma!
Eis a questão!
Leave a comment