Então foi assim no primeiro dia de ferias mandei-me com a namorada para Fatima. Lisboa centro arredores e viagem. Acordei antes do despertador as 6h25 a.m.
Da viagem do centro da camioneta os acotovelamentos da pressa dos passageiros da paisagem taciturna e um céu nublado. Os chuviscos o Semi frio, fomos almoçar primeiro que tudo ao grande McDonald’s da terra cidade.
E lá fomos ao Santuário. Visitas paragens cafés bolachas e uma avidez de comprar recordações de uma fome do Lugar.
Que fica… então aquilo é que é a Fé, se foi a Maria aos Pastorinhos apresentada e revelada, o protagonista para mim do Lugar é sem dúvida o Cristiano Ronaldo da religião, Jesus de Nazaré, o Cristo.
Então que corro a recordar o que mais me ficou para além das frases e das parábolas dos apóstolos e da história semi sabida da crucificação e ressurreição é a incrível energia do Lugar. E por tudo e sobretudo a Grande Igreja, imensa espaço-universalista, com um silêncio desértico que dava para te ouvires a pensar e ali fiz uma promessa de necessidade dentro. Estar lá nesses lugares e estar.
Todo o lugar evoca a uma luz, a um acreditar de luz cego, que dá uma força e uma fome de mais. Daí sem nada palpável nas mãos apetece e carece de agarrar qualquer coisa nas mãos, a fé sente-se é difícil explicar como dizia Eduardo Quaresma, “Não se explica, sente-se”. Aquele lugar é uma força viva dentro que não se explica sente-se e implora-te e empurra-te para que o sintas e creias de facto fá-lo acontecer qualquer algo que te emerja dentro.
Uma caneta com Raquel, um dois imens de frigorífico, um terço e… isso é o mais importante e imaterial, uma força convicta de luz que não sei explicar. e para ir e para conseguir acontecer. Fica a promessa de la voltar renovar.
Assim quase foi a minha primeira experiencia em Fatima.
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